"Serelepe consegue te fazer rir chorando e chorar sorrindo, foi assim que li as 152 páginas desse livro que vem com uma escrita simples e te prende numa narrativa que, ao mesmo tempo, é emocionante, alegre, forte. Uma menina magricela e de pernas finas te transporta para um tempo difícil, sofrido, pobre no Sertão Cearense, mas ao mesmo tempo repleto belezas e de alegrias aos olhos de uma criança com um "gosto" muito grande pela vida (...)".
SERELEPE
serelepe [do cearense arteira] s.f. 1. menina que, mesmo com medo, teima, teima, teima até fazer arrumação; 2. moleca que, aos oito anos, urina na própria prima; 3. mulherzinha que cai ao aparro de burros; 4. mulher que compra camisola por quilo; 5. pessoa que, entre escrever um livro e fritar pastel, escolhe a primeira opção.“Serelepe fincou pé na carreira e saiu zinindo.”
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Compartilho um trechinho do comentário que recebi de uma leitora muito especial, Helisandra Vieira:
"Serelepe consegue te fazer rir chorando e chorar sorrindo, foi assim que li as 152 páginas desse livro que vem com uma escrita simples e te prende numa narrativa que, ao mesmo tempo, é emocionante, alegre, forte. Uma menina magricela e de pernas finas te transporta para um tempo difícil, sofrido, pobre no Sertão Cearense, mas ao mesmo tempo repleto belezas e de alegrias aos olhos de uma criança com um "gosto" muito grande pela vida (...)".
"Serelepe consegue te fazer rir chorando e chorar sorrindo, foi assim que li as 152 páginas desse livro que vem com uma escrita simples e te prende numa narrativa que, ao mesmo tempo, é emocionante, alegre, forte. Uma menina magricela e de pernas finas te transporta para um tempo difícil, sofrido, pobre no Sertão Cearense, mas ao mesmo tempo repleto belezas e de alegrias aos olhos de uma criança com um "gosto" muito grande pela vida (...)".
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Hoje, publico a reportagem
sobre o meu livro SERELEPE que saiu na revista VEJA, no dia 21 de
novembro de 2012. Esse artigo foi escrito pela doutora Mayana Zatz,
do Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo. Sou
muito grata a ela e ao Dr. Jorge Forbes pela parceria e criação da Clínica de
Psicanálise do Centro Genoma Humano, espaço em que encontrei pessoas que me
ajudaram a concretizar os meus sonhos, desde o retorno aos estudos até a
publicação do livro.
Vejam o link abaixo:
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Serelepices ...
Confira abaixo o vídeo com uma "palhinha" do livro Serelepe:
"Olhei para baixo e ela
estava lá, acocada, colocando as frutas no colo do vestido. Quando vi a cena da
minha amiga catando as goiabas, eu simplesmente me acoquei e mijei em cima
dela. Quando caíram os primeiros pingos na cabeça dela, pense numa pessoa
enfurecida!
- Sua cachorra! Sua
égua, sua condenada!
Ela sapecou as
goiabas em mim com tanta força e com tanta raiva que fazia “zum! zum!” no meu
ouvido. Por sorte, nenhuma chegou a pegar em mim. Se tivesse pegado, eu tinha
caído de lá feito uma goiaba podre. Ela balançava o pé de goiaba para ver se eu
caía".
Serelepe, Edione de Castro Sousa, p. 116 (Editora In House)
Trilhas de Serelepe
Nesta vida trilhei caminhos com pedras e garranchos; me senti uma folha seca vagando ao vento. Hoje, sou a pedra que dá a sustentação para que eu possa continuar a minha caminhada. O garrancho enraizou e criou folhas, e o vento é a brisa suave que me abana ao amanhecer. Assim é a vida... basta viver.
Edione de Castro Sousa
Quem é Serelepe?
"No sertão do Ceará, num sítio chamado Jatobá, cresceu uma menina de pernas finas e magrinhas. Mesmo com as ordens severas de seus pais, cultivou em si um espírito arteiro, capaz de fazer arrumações de todo tipo, travando um duelo com os medos para alcançar seus sonhos. Mas quem é essa menina que sobe em um pé de laranjeira para pegar, bem no alto das galhas, a última laranja? Vestindo-se de uma serelepice sem tamanho, esquecendo-se dos espinhos que fincavam em sua pele, e mesmo com o risco de rasgar o seu último vestido já remendado, Serelepe sobe ligeira, determinada a saborear as poucas gotas que a laranja, já amarelada, poderia lhe dar. Subiu, com o desejo e a persistência de vencer, com o seu corpo franzino, desviando dos enormes espinhos da laranjeira da vida. É o percurso que o leitor encontrará nas páginas desse livro, acompanhando a trajetória de alguém que tropeça, mas sem cair jamais".
Serelepe, Edione de Castro Sousa (Editora In House)
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